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6 estratégias-chave de planejamento da cadeia de suprimentos para receber 'o novo normal'

6 estratégias-chave de planejamento da cadeia de suprimentos para receber 'o novo normal'

Todos os países e setores da economia têm se adaptado aos impactos da COVID-19. A questão crítica é o que devemos fazer para nos preparar para a recuperação, uma possível segunda onda e o que será no futuro. Responder a essas perguntas, do campo da logística e da cadeia de suprimentos, Angelo Petrillo, diretor de PreSales Latam da Blue Yonder, considera seis elementos-chave:

1. Normalizar o histórico da demanda

A primeira etapa é normalizar a demanda histórica para ajustar a linha de base. O "como" fazer considera precisão (fazer certo), velocidade (fazer rápido) e eficiência (fazer com custo e esforço mínimos). Os dados que conduzem os cálculos estatísticos dos estoques de segurança devem ser limpos para garantir que mudanças repentinas na precisão do prognóstico, a confiabilidade do fornecedor e variabilidade do tempo de entrega não levem o nível do estoque insustentável na tentativa de cumprir as metas no atendimento ao Cliente.

Tanto a Blue Yonder quanto a Chainalytics são empresas que podem ajudar a analisar dados e fazer os ajustes necessários aos modelos estatísticos. Um novo algoritmo de previsão chamado Luminate™ Demand Edge (LDE) está sendo introduzido para tornar esse processo muito mais fácil no futuro, com o uso de Machine Learning (ML) para remover os efeitos de anomalias de curto prazo de seus dados.

2. Identificar e executar cenários

Embora o futuro não seja claro, há um conjunto de cenários econômicos que têm um nível mais alto de probabilidade, como uma recuperação em forma de “L” ao invés de uma em forma de “U”, uma segunda onda mais forte de ruptura relacionada à COVID-19, etc. As empresas devem ser ágeis porque qualquer cenário se torna realidade. Os profissionais de planejamento da cadeia de suprimentos devem avaliar as alternativas, calcular os custos e desenvolver um plano de ação antes que a janela de oportunidade se feche.

3. Atribuir probabilidades e ponderação aos cenários

É essencial desenvolver um plano de ação com base no que você aprendeu com os cenários. Existem várias maneiras de fazer isso, incluindo a ponderação da probabilidade de cada um e o  cálculo do resultado de um cenário ponderado. "A maioria dos componentes das soluções de planejamento e otimização da cadeia de suprimentos deve incluir recursos poderosos de criação de cenários que permitem aos profissionais de planejamento alterar parâmetros, entradas de dados e processos para modelar resultados possíveis", afirma Petrillo.

4. Realinhe estratégias do inventário

Em tempos "normais", as empresas administravam a incerteza equilibrando o inventário de reserva e os objetivos do atendimento ao cliente com o estoque de segurança. Para Petrillo, no ambiente de hoje, os profissionais de inventário devem considerar as incertezas típicas e atípicas usando estratégias como:

• Alterar as regras de implementação. Por exemplo, mude a prioridade da demanda para os países em desenvolvimento, onde se espera que a demanda de longo prazo seja mais forte. Que tipo de demanda é mais importante para o negócio agora? Pedidos online? Pedidos de retirada do cliente? Quando a estratégia for determinada, isso deve ser refletida nos planos do inventário para que o estoque seja enviado aos locais corretos.

• Modificar estratégias do inventário. Aqueles usados em um ambiente menos turbulento podem não funcionar quando a empresa está em um território desconhecido. Por exemplo, os métodos baseados em um nível de serviço podem não funcionar tão bem, ou podem ter consequências indesejadas, em um ambiente onde a precisão do prognóstico é substancialmente degradada. Nesses casos, a mudança para um modelo baseado na cobertura fornece um resultado mais previsível que está em linha com o prognóstico.

• Experimente novas soluções. Por exemplo, a alocação dinâmica poderia fornecer valor às empresas que historicamente usaram apenas conformidade.

5. Restrinja a oferta limitada

É fundamental reavaliar onde os gargalos e restrições estão ocorrendo na cadeia de abastecimento. As fontes de fabricação ou aquisição anteriormente irrestritas agora não são confiáveis? Mais do que medir o nível de incerteza, o que pode ser feito para gerenciar o que se conhece e aproveitar melhor a oferta disponível?

6. Olhar colaborativo e além das quatro paredes

A incerteza perpassa a cadeia de suprimentos e afeta clientes e fornecedores, e torna a colaboração mais importante do que nunca. A visibilidade das capacidades do fornecedor e da verdadeira demanda dos clientes nunca tem sido mais importante para fabricantes, distribuidores e varejistas. “Agora é a hora de considerar ferramentas que forneçam uma visão mais profunda de toda a cadeia de suprimentos”, acrescenta o executivo da Blue Yonder. Acrescenta que empresas que tentarem fazer isso sozinhas neste mercado, ficarão em desvantagem em relação às que buscam se fortalecer por meio de todos os elos na cadeia de suprimentos.

A velocidade e agilidade serão essenciais para o futuro próximo. Use a tecnologia disponível para planejar e executar da forma mais eficaz possível. Se não há utilização da tecnologia no planejamento em todo o seu potencial, é provável esteja deixando dinheiro na mesa, como perda de receitas, aumento de custos e/ou inventário improdutivo.

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