You've successfully subscribed to Polinize
Great! Next, complete checkout for full access to Polinize
Welcome back! You've successfully signed in
Success! Your account is fully activated, you now have access to all content.
A voz como instrumento de trabalho no COVID-19

A voz como instrumento de trabalho no COVID-19

O momento vivido, marcado por incertezas, perdas em vários contextos, isolamento social e a pressão do manter-se saudável, já é considerado por muitos especialistas da área da saúde, um gatilho para o aumento de várias patologias. Estima-se que houve um aumento de 30% de casos de síndrome do pânico, ansiedade e depressão nos últimos 2 meses no Brasil.


Sirley Machado Maciel, analista comportamental e presidente do INTREPEDS, afirma “Muitas pessoas já entenderam a realidade: estão cuidando de sua saúde, mantendo as determinações legais e sanitárias, estão buscando novas alternativas de trabalho, se reinventando e, assim, construindo a esperança de que dias melhores podem ser construídos”.


As atividades profissionais através do home office, por vídeo conferência, participação em Lives, gravações de vídeos e atividades remotas, vêm exigindo cada vez mais da voz das pessoas, que precisam estar preparadas tecnicamente para a utilização adequada e profissional da sua voz. Nesse contexto, observa- se que muitas pessoas estão utilizando a voz em condições adversas como estresse, ambientes insalubres e inadequados, sem preparação e os cuidados necessários.


Essas atitudes, estão levando as pessoas a um desgaste desnecessário, acarretando em danos e patologias sérias, tais como, os Distúrbios de Voz Relacionados ao Trabalho (DVRT), que segundo o Protocolo de Complexidade Diferenciada do Ministério da Saúde, é qualquer forma de desvio vocal diretamente relacionado ao uso de voz durante a atividade profissional que diminua, comprometa ou impeça a atuação e/ou comunicação do/a trabalhador/a, podendo ou não haver alteração orgânica da laringe (BRASIL, 2011).


Este distúrbio pode provocar a perda total ou parcial da voz e, consequentemente, alteração no timbre ou tom, devido a tensões físicas advindas de estresse, pressão ou ansiedade e desenvolvimento de tiques, vícios e cacoetes verbais. “Um outro problema muito comum é oriundo de danos de avaliações, feedbacks e até julgamentos sobre voz das pessoas. Essa situação está levando pessoas a adquirirem aversão ao ato de falar, pois, esses momentos de exposição e até de ridicularizações, levam a auto crítica excessiva, complexo de inferioridade e baixo estima, pois a voz é uma forma de identidade pessoal; qualquer avaliação ou julgamento, pode ser gatilho causador de traumas e bloqueios”, explica Sirley.


O principal problema está na falta de conhecimento e de treinamento vocal. O aprendizado sobre o funcionamento físico, mental e social na construção no uso da voz e na construção da fala, através do conhecimento da engenharia vocal, através da respiração e do relaxamento. E, por fim, a necessidade do conhecimento sobre o que vai falar, como falar, para quem falar e onde falar, aliado à capacidade de desenvolver o autocontrole, a segurança, a confiança no falar.


“Com nossos 30 anos de experiência em pesquisas, treinamentos, cursos, palestras e atendimentos individuais na área, contamos com uma equipe multidisciplinar para fazer os atendimentos e organizar as atividades de acordo com as necessidades e desejos dos nossos clientes. Todas as atividades são desenvolvidas de forma personalizada e/ou customizadas para pequenos, médios e grandes grupos ou de forma individualizada. Em tempos de pandemia e de isolamento social, todas as atividades podem ser desenvolvidas através de plataformas para EAD”, apresenta a CEO.
As atividades mais procuradas e desenvolvidas nos dias atuais são:


1) Conhecimento sobre a voz profissional – que corresponde a informações e consciência sobre a utilização da voz no campo profissional de forma adequada.
2) Análise vocal – onde podemos detectar os problemas e as dificuldades a serem trabalhadas, bem como, as potencialidades a serem ressaltadas e valorizadas.
3) Treinamento vocal – corresponde a um conjunto de atividades e exercícios, oriundos da técnica vocal, que alinha o desenvolvimento vocal, através da estética vocal.
A analista finaliza, “É fundamental que possamos cuidar e treinar o nosso principal instrumento de trabalho: a nossa voz”.

INTREPEDS – Instituto de Treinamento, Pesquisa e Desenvolvimento do Ser
Sirley Machado Maciel
Analista comportamental, terapeuta e escritora
Site: www.intrepeds.com
Facebook: Intrepeds.Desenvolvimento
Cel: (41) 99996-7063
sirleym.maciel@gmail.com
Facebook: Sirley Machado Maciel Intrepeds

Top stories in your inbox!