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Agrosmart foca em atuação internacional e amplia áreas de atuação

  • Felipe Mendes

    Felipe Mendes

    Felipe is our journalist at Polinize. We are committed to helping all stakeholders understand why, when and how technology can - and cannot- support better them.

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O ano de 2018 promete ser de mais expansão para a Agrosmart. A startup de monitoramento de plantações está focada em atuação internacional, em países como Peru, Colômbia, México e Argentina, e ampliou a atuação para o segmento corporativo, voltado para a cadeia de alimentos e agroindústria.

Com uma equipe de 35 profissionais, a Agrosmart monitora, hoje, mais de 110 mil hectares por todo o Brasil. O crescimento em área monitorada entre 2017 e 2018 foi de nada menos que 400%. As novidades pensadas para este ano fazem com que as expectativas seja de mais crescimento neste ano.

Segundo a CEO da startup, Mariana Vasconcelos, o mercado nacional está mudando, e a aceitação de soluções tecnológicas ganha cada vez mais espaço. A empresa, uma das pioneiras no ramo, tem clientes em todas as regiões do país, e aposta em mais espaço nos próximos anos.

“Quando começamos, ninguém falava nisso, era algo muito novo para o produtor e também para as outras pessoas. Hoje, isso não é algo visto mais com muita estranheza, até porque muitos dos produtores já utilizam esse tipo de tecnologia. Acredito que muito em breve a agricultura digital será disseminada em praticamente em todas as fazendas”, afirma.

Filha de produtor rural, Mariana conta que sempre acompanhou os desafios do dia a dia do campo. Formada em administração de empresas, encontrou, em 2014, uma forma de integrar a tecnologia à agricultura. A CEO explica que a ideia foi mudar a rotina das tomadas de decisão, que muitas vezes eram baseadas em intuição e no conhecimento passado de geração em geração.

“Eu percebia a necessidade de ter fatos concretos e de entender melhor o ambiente, para tomar decisões que realmente correspondessem às necessidades da lavoura”, afirma. “Muitas vezes, o produtor gosta, entende, mas não adota novas tecnologias, por ter um certo receio com modelos de vendas que não está acostumado”, complementa.

“Temos trabalhado bastante na educação desses produtores e no modelo de vendas baseado em serviços e não no modelo de vendas de equipamentos, como o produtor estava acostumado. Isso está evoluindo rápido e eles estão entendendo como as ferramentas de agricultura digital podem ajudá-los. Outro desafio é na distribuição. O setor geral da agricultura exige uma logística mais complexa. Contamos com distribuidores parceiros corporativos, mas também com revendas regionais, para que possamos ganhar capilaridade e atingir mais produtores”, encerra a CEO.

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