Como diferentes gerações têm usado bikes no dia a dia

Renniê Paro | 2 min read

*Por Gabriel Arcon

Baby Boomers, X, Y, Z, Millenials e...Alphas. Imagino que você já tenho ouvido (e muito) essas palavras, né?! Em linhas gerais, elas definem as diferentes gerações que compõem nossa sociedade atual. Os baby boomers são os nascidos entre 1946 e 1964 e possuem perfis mais estáveis. Já a geração X são os nascidos entre 1960 e 1980 e, ao contrário de seus pais, são rebeldes e lutam por seus direitos. Os Y nasceram entre 1980 e 2000 e foram fortemente expostos a uma grande mudança cultural popular. Os Z são de 1990 a 2010 e conhecidos como nativos digitais, pois estão desde sempre hiperconectados. Por fim, temos os Alphas, ou seja, os nascidos após 2010 e com características ainda não muito claras, mas que têm sido também chamados de Mobiles, com acessos nunca antes vistos à informações e educação digital.

Mesmo com peculiaridades, vemos um comportamento comum entre as gerações e cada vez mais presente no dia a dia, que é a procura por meios alternativos de deslocamento nas grandes cidades. Soluções de mobilidade urbana têm crescido e ajudado nessa missão que impacta a todos. Por isso vimos um aumento no número de pessoas que apostam em carros compartilhados, apps de carona e, claro, o uso de bicicletas. Como incentivo à esse último modal, vimos governos implementando ciclovias e, o curioso foi poder observar quais pessoas têm feito uso delas.

Ao contrário do que muitos apostavam, as ciclovias e bikes não viraram as queridinhas apenas das gerações X, Y e Z. Aposto que se você puxar pela memória, conseguirá visualizar altos executivos (geralmente da geração dos baby boomers) pedalando por São Paulo. Isso nos mostra como o uso de bicicletas é democrático e ajuda a desafogar o trânsito maluco das metrópoles.

Uma tendência que convive em harmonia com todas as gerações é a de bikes e patinetes elétricos. Além de serem sustentáveis e possibilitarem uma visão novas de velhos caminhos, esses modelos permitem percorrer longas distâncias, sem se cansar ou suar. Ou seja, os Y e Z’s que fazem parte do mercado de trabalho, acabam usando o modal para ter qualidade de vida entre uma reunião e outra, por exemplo.

Enfim, se você ainda tem algum tipo de “pré-conceito” sobre quem pode ou não usar bicicletas para se locomover nas ruas de sua cidade, pode parar com isso! Baby boomer, X, Y Z ou Alpha...não deixe de aproveitar a vida da forma como achar melhor.

*Gabriel Arcon é CEO da E-moving, startup de aluguel de bikes elétricas.

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