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ESPM discute futuro das plataformas de aprendizagem na Edtech

ESPM discute futuro das plataformas de aprendizagem na Edtech

Evento da ESPM-SP também abordou o learning analytics e a aprendizagem adaptativa e como ambos podem ampliar o processo de aprendizagem

Por Karla Assis, contributor at Polinize

A Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM realizou na última quinta-feira em São Paulo, o EduTech, evento proposto para discussão, apresentação e experimentação de tecnologias educacionais. Durante o encontro, foram abordados temas como a evolução das plataformas de educação, conhecidas por LMSs (Learning Management System), e como o Learning Analytics e a aprendizagem adaptativa podem aprimorar a experiência de aprendizagem.

A abertura do EduTech foi feita pelo professor e coordenador do curso de Tech da ESPM, Rodrigo Tafner, que fez uma breve introdução sobre o perfil dessa nova geração, chamada de “geração on demand”, que “assistem vídeos onde e na hora que querem e não sabem mais o que é ‘dar sinal’ para conseguir um táxi em dia de chuva.”

De acordo com Tafner, o que deve fazer diferença na educação atualmente, além da tecnologia, é a mudança da função do professor, que deve ser mais focada no compartilhamento do conhecimento e não somente no seu domínio.

O primeiro debate “As plataformas de aprendizagem estão evoluindo ou darão lugar a outras tecnologias?” contou com a presença de Rodrigo Dias, especialista em educação da Microsoft, João Carlos da Silva Junior, gerente de pré-vendas da América Latina da Blackboard e Lars Janér, diretor da América Latina do Canvas. Os três concordaram que as LMSs (Learning Management System) vêm evoluindo e não devem desaparecer, e que a tendência natural é estar tão inserida na rotina educação que passa a ser praticamente invisível.

Para eles, alguns dos desafios das plataformas de aprendizagem são:

  • seu uso ser mais agradável para os alunos, com menos burocracia de acesso e interface mais intuitivas;
  • acessibilidade pelo celular para que possam ser utilizados de qualquer lugar;
  • maior autonomia aos jovens na plataforma, permitindo a criação de grupos e conteúdo colaborativo neste ambiente e não apenas o consumo das informações pré-existentes;
  • democratização da banda larga;

Para o segundo painel, o EduTech convidou Peterson Theodorovicz, diretor de Customer Success da D2L, Sean Kilachand, fundador e CEO da Edusynch e Wolney Mello, diretor executivo da Geekie Games, para debaterem o tema “Como Learning Analytics e Aprendizagem Adaptativa podem influenciar no processo de ensino e aprendizagem?”.

Para Peterson Theodorovicz, da D2L, apesar da quantidade de dados disponíveis, ainda há dificuldade em saber o que fazer com esses dados.

Wolney Mello, da Geekie, contou que o learning analytics e aprendizagem adaptativa têm ajudado a melhorar os resultados dos alunos que buscam estudar com suas ferramentas para o Enem.

Theodorovicz, da D2L, por sua vez, citou o exemplo de uma escola na Austrália com índices baixos de aprovação de alunos estrangeiros. Com um ensino tradicional, sem pensar nas demandas individuais dos alunos, a porcentagem de aprovados não passava de 40%.

“Aplicamos um modelo de aprendizagem adaptativa e depois de 8 meses fomos para a prática, e o índice de aprovação aumento para 90%. Ou seja, a ferramenta ajudou a nivelar o nível de conhecimento da sala”, conta.

O EduTech teve ainda rápida apresentação e demonstração da startup Beenoculus sobre realidade virtual em sala de aula, pelo co-fundador e CMO Rawlinson Terrabuio; e experimentação de um Bot desenvolvido pelo Watson da IBM exclusivamente para o evento, apresentado por Fabrício Barth, professor do curso TECH da ESPM-SP e líder técnico do Watson Group da IBM Brasil.

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