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Esquecido durante a pandemia, aéreas retornam à Congonhas em junho

Esquecido durante a pandemia, aéreas retornam à Congonhas em junho

Congonhas é o aeroporto mais movimentado e concorrido do Brasil pelas companhias aéreas. Recentemente, as três grandes Azul, Gol e Latam travaram uma briga histórica por slots que resultou na saída da companhia de David Neeleman da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). Mas, durante a pandemia do novo coronavírus que resultou numa crise gigantesca, as três optaram por paralisar suas atividades no terminal no meio da capital paulista. Aos poucos, em junho, as três preveem o retorno gradual das atividades na capital da maior cidade do Brasil.

A Azul, em comunicado enviado à imprensa, disse que Congonhas fará ligações diretas para outras quatro capitais - Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (PE) e Cuiabá (MT). Com a reabertura de Congonhas e outras adições de rotas à malha doméstica, a Azul deve chegar a 160 decolagens em dia-pico no próximo mês.

A Gol informa que a partir de 10 de junho terá voos de Congonhas para Florianópolis, Salvador e Navegantes (SC), com quatro saídas na semanais, e Recife (REC), com seis. A companhia também retoma em Congonhas voos para Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

A Latam comenta que, no mercado doméstico, a empresa vai operar 74 rotas nacionais, mas não especificou sua operação em Congonhas, em São Paulo.

Para o gerente geral de planejamento de malha da Azul, André Mercadante, o retorno gradual das operações se dá por conta da necessidade de locomoção e da conexão de passageiros que realmente precisam viajar.  

“Existe um tráfego de pessoas que precisam do transporte aéreo para se locomover, principalmente de médicos, agentes públicos e outras categorias também. A necessidade de logística é muito necessária neste momento, principalmente porque muitas cidades ainda estão desconectadas pelo modal rodoviário. Adotando os protocolos sanitários e garantindo a segurança de nossos Clientes, estamos ampliando a quantidade de voos e cidades de nossa malha conforme a necessidade”, pontua.

Com o esquecimento do terminal durante o período da pandemia, fica a pergunta, será que, para o setor, ele é tão valioso quanto parece?

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