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Jovens de SP, MG e RJ afirmam não se candidatar para vagas em empresas envolvidas em escândalos

Jovens de SP, MG e RJ afirmam não se candidatar para vagas em empresas envolvidas em escândalos

Pesquisa da Matchbox Brasil aponta que 61% dos candidatos desistem de se inscrever por causa de formulários extensos

Em abril deste ano, a Matchbox Brasil, HR Tech especializada em Talent Acquisition, realizou a segunda edição de sua pesquisa anual, HR Thinking, que aponta as principais tendências do setor de recursos humanos e novos talentos no país. Segundo a pesquisa, jovens talentos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro afirmam não se candidatar para vagas em empresas que estejam, de alguma forma, envolvidas em escândalos.

Ainda segundo a HR Thinking, antes de se inscrever para uma vaga, o candidato dessa nova geração tem de seis a oito pontos de contato com uma marca, sendo 78% no site da empresa; 52% acessa o LinkedIn; 39% sites de carreiras; e 35% pesquisam as avaliações do Love Mondays, um dos grandes portais de avaliação das empresas empregadoras.

“Notamos que em todos os níveis e idades, os candidatos dessas gerações mais novas procuram pesquisar bastante o histórico das empresas antes de aplicar para uma vaga. Isso porque ele quer ter acesso a algumas informações antes de começar a trabalhar como: como é a trajetória de crescimento na empresa (55%); como é o ambiente/clima de trabalho (55%); e como é a rotina das áreas (34%). Ou seja, eles desejam receber spoilers daquilo que o espera na empresa”, comenta Flávia Queiroz, COO da Matchbox.

A pesquisa também apontou porque ele não se candidataria para uma vaga e apontou que 56% dizem não se interessar se a empresa tem pouca possibilidade de crescimento; 49% se o ambiente não tem ‘a minha cara’; e 38% se uma empresa está envolvida em escândalos.

Por outro lado, características que fazem com que essa nova geração estabeleça uma conexão real com a empresa são: 64% (trabalhar com atividades que me interessam); 45% (terei oportunidades de crescimento); e 43% (os salários e benefícios são bons).

“Tais resultados mostram que as empresas precisam se renovar e estabelecer novas maneiras de engajar e se relacionar com os jovens, ou perderão os melhores talentos que chegam ao mercado e estão ávidos por crescimento”, finaliza Flávia.

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