Marketing Digital e OOH: mix que gera resultado

by Thamirys Morelli | 2 min read

Apesar de serem bem distintas, a mídia exterior e os formatos publicitários da internet podem ter atributos bem familiares, principalmente na hora de criar uma campanha.

A tecnologia está aproximando, cada vez mais, esses dois mundos, trazendo maiores facilidades para anunciantes e agências.

São dados qualificados, segmentações mais precisas, digitalização de espaços e muitos outros recursos que modernizam não só o out-of-home, como outros meios tradicionais.

Isso, naturalmente, mexe com o mercado. Afinal, a mídia exterior pode se tornar mais atraente para profissionais e agências mais especializadas em digital, assim como para os anunciantes que só investem na internet para divulgar seus produtos e serviços.

Quais são as similaridades entre o marketing digital e o OOH?

Os espaços digitais talvez sejam os exemplos mais claros. Apesar de o estático ainda ser o modelo mais comum, os pontos com monitores já se fazem mais presentes.

Eles são mais visíveis em elevadores, painéis em estações de metrô, relógios de rua e em estabelecimentos comerciais diversos.

Essas telas permitem a veiculação de um conteúdo mais dinâmico, como os vídeos e as mensagens contextualizadas, assim como é na internet.

Mas não é só isso. A forma de planejar campanhas em ambos os ambientes também está se transformando.

Com segmentações mais precisas, baseando-se em dados geolocalizados de dispositivos móveis (smartphones, sensores de movimento, etc.) e indicadores de redes sociais, é possível apontar os locais com maior circulação de um determinado público-alvo.

Entretanto, esse é um tipo de segmentação não muito comum ao mercado. Plataformas como a NOALVO estão entre as que conseguem entregar tamanha precisão na hora de ajudar anunciantes e agências de publicidade a escolherem um determinado local para anunciar.

E o melhor é que, no caso desse planejamento com mais dados, todo o inventário de mídia exterior é beneficiado, atingindo tanto os espaços estáticos quanto os digitais.

Isso leva os velhos e bons outdoors e pontos de ônibus, por exemplo, para um nível superior em praticidade pela tecnologia.

E, para quem está acostumado com o mundo de facilidades e informações fáceis da internet, a mídia exterior desponta como uma opção bem viável.

Como aproveitar as particularidades do Out-of-Home?

O mais legal dessa história de combinação de canais é agregar a tecnologia, que os une em alguns aspectos, com as características próprias de cada meio.

Vamos dar um exemplo:

A maioria dos formatos de out-of-home são mídias de massa, certo? Elas estão nas ruas, estações, lojas, edifícios e em outros locais impactando — até mais de uma vez — milhares ou milhões de pessoas por dia.

Para potencializar esse atributo, a internet traz os mecanismos de geração e cruzamento de dados. Agora, é possível massificar um anúncio escolhendo os pontos mais adequados a uma campanha.

Inteligência de dados + Grande audiência no mundo real (tangível)

E ainda tem o fato de que os anúncios em mídia exterior não possuem qualquer adblocker para atrapalhar a vida dos anunciantes. As pessoas só não veem se não quiserem ou se estiverem distraídas.

Isso porque também não comentamos sobre a relação do OOH com as redes sociais, buscadores, aplicativos, e-commerces e muitas outras aplicações online.

Para ter acesso a informações mais completas sobre o assunto, baixe gratuitamente o e-book: Do Marketing Digital ao Out-of-Home.

O material explica como o Out-of-Home vem para complementar, de maneira mais eficiente, a jornada dos consumidores que transitam entre o digital e o mundo físico.

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