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Meu Câmbio aponta crescimento de mercado de pagamentos e recebimentos do exterior

  • Felipe Mendes

    Felipe Mendes

    Felipe is our journalist at Polinize. We are committed to helping all stakeholders understand why, when and how technology can - and cannot- support better them.

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A crise econômica e política do Brasil nos últimos anos fez crescer o número de pessoas que se mudam para o exterior, segundo dados do IBGE e da Receita Federal. E o crescimento do fluxo migratório fez com que aumentassem também as remessas de dinheiro entre Brasil e exterior. A Meu Câmbio identificou esse nicho de mercado e viu crescer o número de operações realizadas.

"É uma demanda que vem crescendo bastante com compra de imóveis e com investimentos no exterior, assim como com pessoas que têm familiares em outros países. Além, é claro, de pagamento de serviços a empresas como Amazon e Google, que têm servidores nos Estados Unidos”, destaca Mathias Fischer, co-fundador e CEO da startup.

Fundada em outubro de 2014, a startup tem como carro-chefe a intermediação para câmbio de papel-moeda e de cartões pré-pagos em moeda estrangeira. Hoje a estrutura para essas operações conta com mais de dez corretoras e grandes bancos. O viajante acessa o site, informa a localidade, a moeda pretendida e a quantidade de dinheiro que precisa, e a ferramenta oferece diferentes opções.

“Fazemos uma ponte completa entre o viajante e as empresas que fazem o câmbio de moeda. Temos um processo de atualização de preços em tempo real para oferecer o melhor negócio. O cliente pode comprar o dinheiro em espécie ou em cartão pré-pago, retirar na loja, receber em casa ou retirar no aeroporto. Mostramos as diferenças em cada um desses serviços”, explica Fischer.

Hoje a startup conta com lojas parceiras em mais de 130 cidades em todas as regiões do Brasil. Mas também há opção de delivery para outras localidades - totalizando cerca de 380 municípios. E a base não para de crescer.

“Nossos números mostram que a resistência do público às fintechs de câmbio é muito baixo. Temos 3 anos e um nome respeitado no mercado, mas de modo geral, acredito que consumidores veem as fintechs como alternativa segura e mais econômica que as instituições tradicionais”, encerra Fischer.

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