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Parceria entre Stefanini e BDMG para implantação de Processo DevOps é case de sucesso

O que esperar da aplicação de um conjunto de práticas para integrar equipes de desenvolvimento de softwares, de operações (infraestrutura) e de apoio de áreas envolvidas (como controle de qualidade), além de adotar processos automatizados para produção rápida e segura de aplicações e serviço? O resultado não poderia ser melhor tanto para a instituição que vê em poucos meses suas iniciativas implementadas e rodando com eficiência quanto para quem fornece tais ferramentas para o seu cliente, como é o caso da Stefanini, referência em soluções digitais.

Foi com esse propósito que a multinacional brasileira teve participação fundamental na implementação de soluções no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), banco de fomento do Estado de Minas Gerais. Com um prazo de um ano estimado no edital da instituição bancária para fazer as atualizações das novas soluções contratadas, em menos de 6 meses o BDMG viu seus resultados esperados atingidos com êxito, em um trabalho conjunto realizado entre os profissionais da Stefanini e do banco mineiro.

Com acentuado ganho de produtividade, a implementação teve foco na automatização do processo de desenvolvimento de software, antes feito manualmente. A partir deste novo processo criou-se rastreabilidade de aprovações internas, contando com a aplicação da metodologia DevOps que reúne um conjunto de práticas de gestão de software e permite a comunicação para integrar desenvolvedores (Dev) e profissionais de infraestrutura (Ops) de Tecnologia da Informação (TI). O resultado foi ganho de agilidade e governança nos processos internos do BDMG, ampliando a integração das áreas de negócio com a TI por meio da implantação de 7 Squads de Negócio, melhorando a qualidade nas entregas e reduzindo o tempo de resposta ao cliente.

Entre os desafios enfrentados pelas equipes atuantes no projeto está a realização das muitas customizações na ferramenta Azure DevOps para atender um modelo de processo complexo como o da instituição e que suportasse as contínuas e necessárias melhorias. O Azure DevOps, produto da Microsoft, tem a capacidade de fornecer o controle de versão, relatórios, gerenciamento de requisitos e de projetos, compilações automatizadas, entre outros recursos.

Outro desafio superado foi o de possibilitar que o BDMG realizasse o faturamento para os seus fornecedores de TI por meio da ferramenta Azure DevOps, evidenciando, de forma assertiva, todo o trabalho dessa área incluindo dados para futuras auditorias. Entre outras tantas facilidades, com a implementação feita, criou-se também uma plataforma de Business Inteligente (BI), com a capacidade de consolidar todo o processo de desenvolvimento de software do banco.

“Entre os inúmeros benefícios desta importante implementação que estamos realizando, está a padronização do modelo de gestão na área de TI, com um processo de trabalho seguindo as competências do modelo de gestão do banco BDMG. Mantivemos toda a infraestrutura necessária para atender à regulamentação do Banco Central, sem contar a continuidade dos nossos processos de auditoria e a gestão completa de nossas demandas internas e externas. Além da vantagem adquirida com toda a agilidade gerada na plataforma do banco. Estamos certos de que estas ações contribuirão para tornar o Banco cada vez mais sintonizado com as oportunidades geradas pela transformação digital e seu impacto nos modelos de negócio”, destaca João Edison Vaz Lopes, superintendente de TI do BDMG.

Segundo William Melo, diretor executivo da Stefanini, “superamos nossa expectativa nesse projeto com o BDMG, com melhorias, agilidade e criando facilidade no faturamento detalhado e automatizado dos serviços do banco. Além disso, tivemos a consolidação no cenário atual de implantação de práticas e ferramentas DevOps”, afirma Melo.

Atualmente em fase de melhorias e extensão do que já foi implantado, com expansão da ferramenta e processos implementados, a iniciativa passa agora por adequações para entrar em modelo de cloud computing. Também está prevista a adoção de metodologia de transformação ágil a fim de facilitar operações internas e uso do core bancário para aberturas de pedidos de empréstimo.

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