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Por que o processo de investimento precisa amadurecer?

Por que o processo de investimento precisa amadurecer?

Por Fabiany Lima


Captar investimento apesar de ser um momento importante na trajetória da startup pode ser uma grande distração para os fundadores e ao desviar o foco do negócio, pode fazer com que ele perca velocidade, oportunidades e até chegue ao ponto de se tornar dependente do recebimento do aporte para sobreviver.

Por isso iniciar esse processo de forma estruturada e planejada pode minimizar os riscos e o stress que surgem especialmente quando o tempo gasto nessa atividade se estende mais do que o esperado.

A primeira coisa a ser feita antes de iniciar uma maratona de eventos e cafés para apresentar o projeto para investidores é se perguntar se sua startup tem todo o necessário para receber investimento HOJE.

Grande parte dos investimentos mesmo após negociação e assinatura de Term Sheet acabam não sendo efetivados ou são adiados por meses porque as startups não conseguem completar com sucesso os requerimentos do processo de due diligence feito pelo investidor.

A due diligence comporta toda a verificação relacionada a documentos, finanças e esclarecimentos referentes ao plano de negócio! s, operação e planos de futuro da startup.

Apesar de o investidor ter aprovado o negócio e os fundadores, nessa etapa é onde são realmente conferidas se as informações preliminares fornecidas correspondem a realidade e se existe algo que não foi falado que pode impactar o negócio ou aumentar o risco para o investidor.

Além de ter tudo em ordem, jurídico e contabilmente, os fundadores têm que estar preparados para responder questões mais técnicas sobre a operação, KPIs e algumas vezes até os funcionários-chave são convidados a participar para falar de suas funções, relação com os fundadores e visão sobre a empresa.

De nada adianta convencer alguém que você tem um bom negócio e time, se você não conseguir provar, então antes de gastar tempo e queimar o seu contato, esteja preparado.

Sobre Fabiany Lima: Formada em Direito pela Universidade Católica de Santos e com MBA em Marketing e Vendas, a empreendedora foi uma das selecionadas pelo Banco Goldman Sachs para participar do programa da FGV 10.000 mulheres. Empreendedora em série, Fabiany está à frente da Dilimatch, consultoria estratégica para dar o suporte ideal para que investidores estrangeiros aportem em iniciativas brasileiras.