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TransUnion anuncia resultados do 1º trimestre de 2020 e atualiza impactos da COVID-19

TransUnion anuncia resultados do 1º trimestre de 2020 e atualiza impactos da COVID-19

Com crescimento de 11% na receita em relação ao mesmo período do ano anterior, a companhia registrou solidez em suas operações nos Estados Unidos e internacionalmente

A TransUnion (NYSE:TRU), companhia global de soluções de informação, anunciou os resultados financeiros do 1º trimestre de 2020 com solidez nos negócios e aumento de receita. A empresa fechou o trimestre com uma receita de US$ 688 milhões - um crescimento de 11% comparado ao mesmo período de 2019. A receita ajustada, que desconsidera o impacto de receitas antecipadas, reduções contábeis e outros ajustes referentes às aquisições recentemente realizadas pela empresa, também foi de US$ 688 milhões, um aumento de 10% em comparação ao primeiro trimestre de 2019.

O lucro líquido atribuído à TransUnion foi de US$ 70 milhões no primeiro trimestre de 2020, sendo que no primeiro trimestre de 2019, foi de US$ 71 milhões. O lucro diluído por ação atingiu US$ 0,37, igual ao mesmo período do ano anterior. Nosso lucro líquido do primeiro trimestre de 2020 atribuível à TransUnion e o lucro diluído por ação foram significativamente impactados por US$ 30,5 milhões em despesas (subtraído um benefício fiscal compensatório de US$ 7,6 milhões), questão legal descrita em “Atualização de procedimentos legais” que pode ser acessada no link para o conteúdo completo em inglês no final desse material.

O lucro líquido ajustado foi de US$ 141 milhões, em comparação com US$ 115 milhões registrados no primeiro trimestre de 2019. Já o lucro diluído ajustado por ação foi de US$ 0,73, comparado com US$ 0,60 no mesmo período do ano passado.

O EBITDA ajustado do 1º trimestre foi de US$ 263milhões, registrando um aumento de 10% em comparação ao mesmo período no ano anterior. A margem de EBITDA ajustada foi de 38,3%, a mesma em relação ao 1T2019.

“Enquanto o mundo enfrenta os desafios sem precedentes da COVID-19, nosso foco principal é a saúde e o bem-estar de nossos associados, consumidores, clientes e as comunidades mais amplas que servimos”, afirmou Chris Cartwright, Presidente e CEO da TransUnion. “Fizemos a transição com sucesso para um modelo de trabalho em casa para garantir a segurança de nossos associados e da população em geral em todos os nossos mercados”, complementa o executivo.

“Em resposta a esta pandemia global, estamos executando proativamente nosso Manual de Desaceleração (Downturn Playbook), que endereça o engajamento dos clientes, as ações de mitigação de custos necessárias e a priorização de investimentos. Nosso objetivo é garantir que a TransUnion tenha o melhor desempenho possível durante essa crise e que esteja totalmente preparada para quando a recuperação chegar. É importante ressaltar que nosso balanço patrimonial é saudável e, neste momento, estamos bem posicionados para enfrentar a situação atual”, aponta o executivo.

“Estendemos nossos mais sinceros desejos a todos os nossos stakeholders para que vocês permaneçam saudáveis e seguros”, completa Cartwright.

TransUnion International

A receita da TransUnion International, que contempla todas as operações fora dos EUA, foi de US$ 158 milhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 8% (12% em câmbio constante), comparado ao mesmo período do ano anterior. A receita ajustada da TransUnion International também foi de US$ 158 milhões, um aumento de 5% (9% em moeda constante) em comparação com a receita ajustada do primeiro trimestre de 2019.

· A receita da América Latina foi de US$ 24 milhões, 4% menor (um crescimento de 6% quando analisado em câmbio constante), em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior.

· O Canadá somou US$ 26 milhões em receita, com crescimento de 15% (16% em câmbio constante) em comparação ao mesmo período de 2019;

· O Reino Unido obteve US$ 49 milhões em receita no período, um aumento de 16% (17% em câmbio constante).  A receita ajustada também foi de US$ 49 milhões, um aumento de 6% (7% em moeda constante) em comparação com o primeiro trimestre de 2019. Excluindo o impacto da receita da alienação de ativos mantidos para venda, a receita ajustada teria aumentado 9% (10% em uma moeda constante) em comparação com o primeiro trimestre de 2019.

· A receita da África alcançou US$ 14 milhões, uma queda de 5% (4% de aumento em câmbio constante) comparado ao primeiro trimestre de 2019;

· Na Índia, a receita foi de US$ 31 milhões, um crescimento de 11% (14% em câmbio constante) frente a igual período do ano anterior;

· E a receita da região da Ásia Pacífico alcançou US$ 13 milhões, um aumento de 1% (levemente acima em uma base de moeda constante) em comparação aos três primeiros meses do último ano.

O EBITDA ajustado foi de US$ 60 milhões: uma redução de 7% (4% em câmbio constante) em comparação ao primeiro trimestre de 2019.

Liquidez e Recursos de Capital

O valor de caixa e seus equivalentes somaram US$ 306 milhões em 31 de março de 2020 e US$ 274 milhões em 31 de dezembro de 2019. Além disso, há US$ 300 milhões em capacidade não utilizada disponível em nossa linha de crédito renovável. No período de três meses, encerrado em 31 de março de 2020, o caixa gerado pelas operações contínuas da empresa foi de US$ 126 milhões, o mesmo de 2019.

O caixa utilizado em atividades de investimento resultantes das unidades operacionais somou US$ 26 milhões, comparado a US$ 51 milhões em 2019. A redução se deve, principalmente, a um aumento nas receitas líquidas recebidas com a venda de outros investimentos, parcialmente compensados pelo investimento em uma afiliada não consolidada. As despesas de capital foram de US$ 42 milhões, também as mesmas de 2019. O caixa proveniente de atividades de financiamento foi de US$ 50 milhões, comparado com o uso de US$ 60 milhões em 2019 - redução decorrente de menores pagamentos de dívidas e impostos de funcionários pagos em unidades de ações restritas.

No primeiro trimestre de 2020, a TransUnion fechou contratos de swap de taxa de juros com várias contrapartes que fixaram a exposição à LIBOR (London Interbank Offered Rate - taxa de referência diária, calculada com base nas taxas de juros oferecidas para grandes empréstimos entre os bancos internacionais que operam no mercado londrino) em uma parte dos empréstimos à prazo da companhia com garantia sênior ou dívida de substituição semelhante entre 0,52% e 0,928%. Com nossos instrumentos de hedge de taxa de juros existentes, aproximadamente 73% de nossa dívida são de taxa fixa.

“Nos últimos anos, gerenciamos ativamente nosso portfólio de dívidas a fim de garantir que estejamos bem posicionados para administrar os negócios e seguirmos cumprindo o pagamento de nossas dívidas, mesmo em períodos sem precedentes como os que estamos enfrentando atualmente”, disse Todd Cello, Executive Vice President e CFO - Chief Financial Officer da TransUnion. “Embora a pandemia de COVID-19 tenha criado uma quantidade significativa de incertezas no mercado, a TransUnion possui um forte balanço patrimonial e continuaremos a tomar todas as ações apropriadas para garantir que assim permaneça”, completa.

Resposta proativa da TransUnion ao COVID-19

O foco principal da TransUnion durante a pandemia de COVID-19 continua sendo a saúde e a segurança dos colaboradores, clientes e das comunidades nas quais a empresa opera. Em cada um dos mercados em que atua, a companhia mudou para um modelo de trabalho em casa, protegendo os funcionários e a população em geral, continuando a operar os negócios e fornecendo serviços valiosos a clientes e consumidores.

Reconhecendo as incertezas criadas por essa pandemia, a TransUnion colocou em prática o seu Manual de Desaceleração, tomando medidas proativas para endereçar os desafios que clientes e consumidores estejam enfrentando e ao mesmo tempo proteger os negócios. Isso inclui trabalhar por meio de uma estreita parceria e profundo envolvimento junto aos clientes, trazendo ao mercado novas soluções baseadas em feedbacks dos consumidores e na evolução do mercado, garantindo que a empresa esteja preparada para enfrentar os desafios e oportunidades em longo prazo, que surgirão dessa situação. Ao mesmo tempo, a Companhia continuará a ser disciplinada no gerenciamento de suas estruturas de custos e prioridades de investimento, à medida que se adapta ao cenário macroeconômico em mudança e ao impacto causado em seus negócios.

A TransUnion também foi prudente no gerenciamento de sua liquidez e alavancagem, além de continuar a tomar as ações apropriadas para maximizar a força do balanço patrimonial e as opções de liquidez, enquanto navega por um período sem precedentes.

Orientação para 2020 e perspectivas baseadas no cenário do segundo trimestre

A disseminação global e o impacto sem precedentes da COVID-19 são complexos e estão evoluindo rapidamente. Dada a considerável incerteza em todos os mercados geográficos e verticais da TransUnion, neste momento, a companhia suspende as orientações para o ano inteiro. Ela continua a avaliar essa decisão e pretende reestabelecê-la no momento apropriado, quando tiver visibilidade suficiente.

A empresa também não pode fornecer orientação para o segundo trimestre de 2020. Em vez disso, acredita que mostrar uma perspectiva baseada em cenário que contemple um cenário base, um cenário positivo e outro negativo é mais apropriado no momento. Sob essa abordagem baseada em cenários, o caso base pressupõe a continuação das tendências atuais do mercado até junho de 2020, o cenário positivo assume um início anterior, embora lento, da recuperação em maio ou junho de 2020 e o cenário negativo assume uma deterioração significativa nas tendências atuais. Para obter mais detalhes sobre cada cenário, incluindo o resultado financeiro esperado e as implicações do balanço, consulte os materiais de apresentação que estão disponíveis no site de Relações com Investidores da TransUnion.

Para acessar o press release na íntegra, visite a página internacional da TransUnion.

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