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Uma nova área: governança operacional

*Por Anderson Ozawa

Uma das chaves do sucesso das empresas é conseguir a maior aderência possível em sua cultura ética nos negócios. Quando falamos em ética, falamos em algo que pode ser demonstrado, mas, não pode ser ensinado. A ética é constituída dos valores e exemplos que cada ser humano tem ao longo da vida que aliados ao seu caráter, produzem comportamentos adequados e disciplinados na vida pessoal e profissional.

Baseado em um ambiente ético, entendemos então que as normas e procedimentos passam a ser cumpridos, não havendo mais desvios intencionais nas funções, ações e execuções operacionais, táticas e estratégicas. Desta forma, com pessoas éticas dentro das empresas, os desempenhos passam a ser avaliados de acordo com os KPIs adotados. Desalinhamentos seriam tratados com desenvolvimento e capacitação.

Porém, infelizmente, a prática não funciona desta maneira.

Para isso, as empresas precisam garantir que a cultura ética exista através de áreas estratégicas de controle e gestão como Prevenção de Perdas, Compliance, Riscos, Segurança e Auditoria. Estas áreas constituem a Governança Operacional da empresa, que contribui para a Governança Corporativa no negócio.

Os acionistas devem ter em seu planejamento estratégico estas áreas contempladas na estrutura organizacional. É claro que cada empresa terá um tempo e uma maturidade para desenvolver e implantar cada uma destas áreas. E a cada implantação, os investimentos começaram a dar retorno, visto que a eficiência operacional da empresa aumentará, haverá transparência nos números e consistência na gestão.

Então, tenhamos a partir de agora uma nova realidade, a área de Governança Operacional, ligada diretamente à Direção Geral (CEO), dirigida por um diretor, com os departamentos de Prevenção de Perdas, Compliance, Riscos, Segurança e Auditoria. Esta área delineará e executará a missão de garantir a perfeita execução dos processos operacionais, em busca da maior eficiência operacional e da melhor gestão dos negócios.


*Anderson Ozawa é diretor vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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