You've successfully subscribed to Polinize
Great! Next, complete checkout for full access to Polinize
Welcome back! You've successfully signed in
Success! Your account is fully activated, you now have access to all content.
Politalks com Fernando Cosenza, Vice-Presidente de Marketing Estratégico, Inovação e Digital e Sustentabilidade da Sodexo

Politalks com Fernando Cosenza, Vice-Presidente de Marketing Estratégico, Inovação e Digital e Sustentabilidade da Sodexo

Empresas que não inovam e não investem em novos meios de se fazer negócio e desenvolver produtos, são deixadas para trás. Em entrevista realizada por Luitha Miraglia com Fernando Cosenza, Vice-presidente de marketing estratégico, inovação, digital e sustentabilidade da Sodexo Benefícios, é constatada a importância de uma empresa que tem foco na criação de oportunidades por meio de investimento em startups e co-criação de produtos.

Há cinco anos, Fernando Cosenza assumiu a área de marketing estratégico, inovação, digital e sustentabilidade da Sodexo Benefícios e uma das formas que a empresa encontrou para se manter atualizada sobre as tendências de mercado e gerar novas soluções, foi com o desenvolvimento de uma aceleradora para startups,  anunciada no ano passado.

“A Sodexo Benefícios trabalha com startups há um bom tempo, e expor essa iniciativa aumenta as chances das pequenas empresas acessarem o mercado. A gente sempre buscou alinhar e propor parcerias, hoje nosso portfólio tem diversos produtos desenvolvidos em parceria, como por exemplo com a Gympass”, conta o VP.

Além da empresa ajudar pequenos negócios a conquistarem espaço no mercado, ela também se beneficia aumentando a sua capacidade de entrega de valor aos clientes.

“Nós trazemos startups para o nosso mundo, desenvolvemos produtos em parceria com empresas menores e levamos para o mercado essas criações, que colaboram para uma maior visibilidade e ganho de credibilidade das mesmas”, explica.

Apesar da Sodexo Benefícios contar com um setor responsável por inovação, toda a empresa possui o DNA inovador. “Não é a área de inovação responsável por inovar, ela é responsável por polinizar o restante da empresa, é uma facilitadora. A inovação está na empresa como um todo, e não engessado em alguns setores”, esclarece Cosenza.

Para que uma empresa faça parte do projeto de aceleração, são avaliados critérios junto ao plano estratégico, como a identificação dos desafios que o negócio tem para os próximos anos, e então são delineados os objetivos.

“A gente tem tido bastante olhar para os food services, já que o nosso negócio é relacionado com isso. Também temos foco para HR Techs e fintechs”.

Dentre os desafios pontuados por Cosenza em relação ao relacionamento com as startups, estão a compreensão dos diferentes times. “É preciso aceitar que cada empresa possui o seu tempo. É necessário calibrar e sincronizar, por mais que a gente queira acelerar, devemos reconhecer que existe esse descompasso”, explica.

Para finalizar, Fernando conta que os resultados são mensurados de maneira simples. “Medimos o sucesso das ações levando em consideração como os novos negócios avançaram com a contribuição no mundo das startups. Não temos uma sofisticação maior do que essa, pelo menos por enquanto”.