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Fintech quer popularizar a automação de investimentos na Bolsa

Fintech quer popularizar a automação de investimentos na Bolsa

Mirando pessoas físicas e agentes autônomos, TradeMachine pretende triplicar a operação mensal na Bolsa até o fim do 1º semestre, alcançando valor transacional de R$ 2,5 bilhões

Com a acomodação da taxa Selic em patamares abaixo de 5% ao ano prevista pelo mercado, a tendência é de que mais pessoas e agentes autônomos decidam aumentar a participação dos investimentos atrelados à renda variável em 2020. Para aproveitar essa conjuntura e escalar os ganhos dos clientes, a TradeMachine - fintech que automatiza investimentos na Bolsa por meio de software - tem como objetivo popularizar essa vertente de atuação no mercado financeiro.

Para isso, a startup inaugurou em janeiro seu Centro de Ciência Aplicada no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP) e pretende nos próximos meses ampliar a oferta de produtos e o time de colaboradores. Com sede em São Paulo, a startup viabilizou os planos após captar aporte de R$ 2,2 milhões junto a Energhias, empresa de participações societárias focada em empreendimentos inovadores e com substancial ineditismo.

Com volume superior a R$ 760 milhões em operações mensais na Bolsa, a TradeMachine atende pessoas físicas e agentes autônomos. O diferencial da startup reside no uso de algoritmos baseados em teses de investimento consagradas e estudos estatísticos pesquisados por matemáticos, engenheiros e investidores experientes. Para utilizar o serviço, o cliente faz uma assinatura e define quanto quer investir. No momento da contratação é possível também definir o lucro a ser almejado em um período estabelecido, além do limite de risco durante o processo. “O principal valor que a tecnologia traz é a segurança que o investidor iniciante tem para migrar ao complexo universo de renda variável e a capacidade dos investidores experientes poderem diversificar ainda mais suas carteiras sem precisar se preocupar em executar as operações. Tudo isso, respeitando os perfis e objetivos de cada usuário”, afirma o CEO, Rafael Marchesano.

Até o final do 1º semestre, o objetivo da empresa é triplicar o seu atual volume transacional na Bolsa - R$ 2,5 bilhões. Para alcançá-lo, a TradeMachine irá aprimorar os algoritmos de seus robôs visando trazer aumento de rentabilidade e melhor gerenciamento de riscos nos investimentos, oferecendo uma melhor experiência aos clientes ao simplificar a realização das operações e acompanhamento dos resultados na plataforma.

Marchesano explica ainda que o grande desafio da empresa no mercado é desmistificar a ideia de que operações automatizadas são arriscadas. “Nossos clientes contam com um sistema que opera automaticamente, considerando todas as estatísticas e probabilidades contidas em cada estratégia . Apesar de não garantir resultados futuros, esses dados obviamente trazem um critério objetivo para que o usuário escolha a opção mais alinhada com o seu perfil de investimento”, conclui.