You've successfully subscribed to Polinize
Great! Next, complete checkout for full access to Polinize
Welcome back! You've successfully signed in
Success! Your account is fully activated, you now have access to all content.
Future Summit convida LinkedIn para dar dicas a estudantes que estão entrando no mercado

Future Summit convida LinkedIn para dar dicas a estudantes que estão entrando no mercado

Edson Balestri debate mudanças no setor de contratações e como se adequar à nova realidade

Por Ana Cláudia Ulhôa

O LinkedIn é hoje a maior rede social profissional do mundo. Em 16 anos de atuação, a empresa acumulou 650 milhões de usuários em diversos países. No Brasil, o número de pessoas que possuem um perfil na plataforma é de quase 40 milhões. Os dados passados pela companhia refletem como a tecnologia tem impactado os processos de recrutamento atualmente. Durante o Future Summit, evento organizado pelo Polinize em parceria com a ESPM, que acontece no dia 07/11, a partir das 9h, no campus Álvaro Alvim, o head of South LATAM do LinkedIn, Edson Balestri, vai explicar quais foram as principais mudanças no setor de contratações e como se adequar a essa nova realidade.

Edson conta que há poucas décadas os processos de recrutamento eram todos feitos de forma presencial e o acesso às informações sobre as vagas e companhias era extremamente restrito. “A pessoa ia até a empresa e entregava um papel sem saber quem era o recrutador e o que aconteceria. Ela preenchia o currículo baseada muitas vezes no que via em grandes veículos de comunicação. Afinal, não era comum ter muitas informações disponíveis sobre as companhias”, recorda.

A partir do surgimento da internet, com suas possibilidades de conexões e trocas de dados de maneira mais rápida e simples, esse cenário começou a se modificar. Edson Balestri conta que os candidatos passaram a ter mais acesso às informações das empresas e oportunidades, ganhando assim um maior poder de decisão. A forma como as companhias atraiam seus talentos também foram transformadas. “Se você pensar bem, nos últimos anos, esse processo acabou virando um processo de marketing, em que a empresa vende a ideia de se trabalhar naquele local”, afirma.

Por esses motivos é que Edson ressalta ser tão importante estar presente no LinkedIn. Ele explica que os candidatos podem utilizar a rede para buscar informações sobre as empresas que gostariam de trabalhar e fazer contato com pessoas que são relevantes para o seu futuro profissional. Já as empresas podem usar o LinkedIn como uma vitrine e suporte para a busca de profissionais. “Os recrutadores vão procurar através da rede confirmar detalhes do currículo, verificar conexões em comum e pedir referências”.

Para utilizar o LinkedIn de maneira mais eficiente, Edson Balestri lista cinco dicas que para ele são essenciais na hora de criar um perfil:

·        Um perfil tem que ter informação direta, resumida e com palavras-chaves, pois isso ajuda o recrutador a encontrá-lo de maneira mais fácil;

·        Também é muito importante ter foto. Uma imagem é capaz de aumentar em até 20 vezes o número de visualizações em sua página;

·        A parte chamada resumo também merece atenção, porque é justamente nesse espaço que podemos falar sobre o que queremos fazer;

·        É fundamental se conectar com as outras pessoas, é assim que se cria uma rede de networking;

·        Além disso, seguir as empresas onde gostaria de trabalhar faz com que você tenha acesso às vagas de emprego, estágio e trainee que estão em andamento.

Para os estudantes que estarão presentes no Future Summit, Edson ainda faz mais uma observação. “Ter um perfil é importante e deve ser criado no em momento que a pessoa entra na universidade. Não é porque ela ainda não está em uma empresa que ela não deveria ter a sua página. Ao entrar em uma universidade essa pessoa já começa uma história profissional, então ali é o momento do estudante construir um perfil sobre o que tem feito, o que tem estudado, o que almeja e ir criando uma rede de contatos”, explica.

Sobre o evento, Edson afirma que colocar empresas e universidades para dialogar é fundamental e se mostra ansioso para poder compartilhar um pouco de seu conhecimento com esse público. “Empresas e universidades são basicamente quem vão dar formação para esses seres humanos, por isso mesmo que elas têm que conversar, ainda mais num momento de mudanças com tamanha velocidade. É importante que a universidade entenda o que o mercado precisa e o mercado também deve transferir essa informação para que tenhamos uma resposta rápida desses atores. Eu acho a ideia do evento ótima e estou muito feliz de ter sido convidado”, conclui.

Top stories in your inbox!