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Gartner prevê que 50% das organizações ampliarão a colaboração entre as áreas de negócios e de TI até 2022

De acordo com o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, nos próximos dois anos, 50% das organizações irão ampliar a colaboração entre as áreas de negócios e de TI. Com isso, a disputa entre as áreas de negócios e TI pelo controle da tecnologia diminuirá conforme os dois lados da operação aprenderem que a participação conjunta é essencial para o sucesso da inovação em um local de trabalho digital.

"As áreas de negócios e de TI não podem mais funcionar em silos, uma vez que essa distância pode ocasionar o caos", afirma Keith Mann, Diretor Sênior de Pesquisa do Gartner. “Tradicionalmente, cada unidade de negócios possui seu próprio pessoal de tecnologia, o que tornou as empresas relutantes em seguir a diretiva das áreas centrais de Tecnologia da Informação. Cada vez mais, no entanto, as organizações entendem que um objetivo unificado é essencial para garantir a integridade e a estabilidade dos negócios. Como resultado, os indivíduos permanecem alinhados com uma comum, trabalham de forma mais colaborativa e implementam novas tecnologias efetivamente em toda a empresa”.

Evolução do papel do líder de aplicações – O Gartner avalia que o papel do líder de aplicações mudou significativamente com a substituição de tarefas manuais por aplicações baseadas em Nuvem nos locais de trabalho digitais. O líder de aplicações deve garantir que essa transição seja apoiada por um time com habilidades e talentos adequados.

À medida que mais organizações optam por aplicações baseadas em Nuvem, técnicas de Inteligência Artificial (IA) como Machine Learning, Processamento de Linguagem Natural (PNL), chatbots e assistentes virtuais estão surgindo como tecnologias de integração digital. “Enquanto a escolha das tecnologias de integração continua a se expandir, a capacidade de usar aplicações e estruturas de dados de maneira integrada continua sendo um desafio complexo e crescente para as empresas. Em tais cenários, os líderes de aplicações precisam desempenhar o papel de especialistas em integração, a fim de garantir que os projetos sejam concluídos mais rapidamente e com menor custo”, diz Mann.

Os líderes de aplicações terão que substituir o modelo de comando e controle por versatilidade, diversidade e engajamento de equipes com as principais partes interessadas. Os líderes de aplicações deveriam se concentrar mais nas pessoas e fornecer suporte crítico às iniciativas de transformação digital.

Além disso, em um local de trabalho digital, é responsabilidade do líder de aplicações servir como o "sistema nervoso central" organizacional, detectando, respondendo e provisionando rapidamente aplicações e infraestrutura. "Os líderes de aplicações reunirão unidades de negócios e áreas centrais de TI para formar a equipe geral de negócios digitais", afirma o analista do Gartner.