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TOPMIND anuncia nova oferta para apoiar empresas na jornada de adequação à LGPD

TOPMIND anuncia nova oferta para apoiar empresas na jornada de adequação à LGPD

Consultoria da TOPMIND prevê diagnóstico e acompanhamento completo das necessidades das companhias para o cumprimento da nova legislação de proteção de dados

A TOPMIND, uma das principais empresas de prestação de serviços de TI no Brasil, anuncia a oferta de serviços especializados de TI para apoiar empresas de todos os portes e segmentos na jornada de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Com entrada em vigor prevista para agosto deste ano, a nova legislação altera por completo a forma como as companhias brasileiras coletam, armazenam e usam os dados de seus clientes.

“Mais do que uma simples mudança de processos pontuais, a adequação das empresas à LGPD é uma jornada contínua, ampla e complexa, que envolve mudanças estruturais na forma como se faz negócios. Por isso, contar com um parceiro adequado é o grande diferencial para obter sucesso nos projetos, uma vez que a adaptação abrange aspectos tecnológicos, jurídicos e organizacionais”, afirma Sandra Maura, CEO da TOPMIND.

A TOPMIND alerta que as empresas brasileiras precisam iniciar o mais rápido possível a jornada de adequação à LGPD para não perderem sua competitividade global. Para isso, precisam de parceiros com disponibilidade real para acompanhar de perto suas dores e a TOPMIND oferece experiência, cobertura, confiabilidade e atendimento personalizado para as demandas de cada organização”, diz Sandra Maura.

Pesquisas alertam para a importância da correta adequação à nova legislação. No Brasil, o sinal de alerta está vermelho porque o País registrou um aumento de 231,5% de páginas que capturam dados de usuários sem autorização (phishing), defevereiro e dezembro de 2019. Para surpresa de todos, os números de dados pessoais coletados aumentam a cada dia, colocando as companhias em novas situações de risco. “Ao armazenar informações pessoais, as empresas se colocam em uma posição de vulnerabilidade diante de ataques cibernéticos que podem comprometer a operação da companhia, podendo receber multas ou penalidades com impactos financeiro e de reputação”, afirma a executiva.

Outro ponto muito importante, de acordo com a executiva, é que muitos países já adotam suas próprias regulamentações para captação e uso de dados pessoais, como o GDPR (General Data Protection Regulation), adotado na Europa. Para expandir as fronteiras de negócios e iniciar parcerias com outros países, as empresas brasileiras precisarão, em breve, provar que seguem regulamentações de proteção de dados efetivas.

A oferta da TOPMIND divide-se em três fases que oferecem o acompanhamento completo de todas as etapas das companhias para o cumprimento da LGPD e contam com suporte jurídico de renomados escritórios de advocacia do Brasil. O serviço começa com a análise aprofundada da maturidade das empresas em relação à segurança da informação. Nessa etapa, a TOPMIND examina todo o caminho percorrido internamente pelos dados das organizações, incluindo a forma e os locais em que são captados até os setores que têm acesso às informações, o modo como são armazenadas, para que são utilizadas e como são descartadas. Esse processo, chamado de assessment, oferece às empresas uma visão clara de seus pontos sensíveis e o nível de criticidade de cada um deles.

Com essas informações, a TOPMIND inicia uma segunda fase, desenvolvendo um plano de ação completo com base nas análises anteriores. “Nesse momento, um dos pontos cruciais é a cultura organizacional. É essencial que os colaboradores não só coloquem em prática os novos processos, mas, principalmente, que entendam os benefícios da regulamentação e a importância de seguir o plano de adequação da companhia. Apoiar com eficiência as empresas nesse processo é justamente um dos diferenciais da TOPMIND”, diz a CEO da TOPMIND.

Segundo a executiva, a terceira fase da jornada é a continuidade do projeto de adequação à LGPD. Ela ressalta que, para cumprir a nova legislação, as companhias devem criar a função de DPO (Data Protection Officer) para ter um profissional como responsável pelo cumprimento da lei. Esse especialista pode ser contratado especialmente para a função ou realocado internamente de outra área da companhia.

“Esse profissional deveria ter um papel de consultor e de líder, não de fiscal ou auditor, para que possa trabalhar lado a lado com as diversas áreas para assegurar o cumprimento da lei, sendo responsável por acompanhar toda a jornada de adequação à LGPD, incluindo a continuidade do processo e a implementação de ajustes para a nova legislação”, afirma.